CHega quer cancelar contrato com empresa de recolha de lixo em Matosinhos

 

 

O cabeça-de-lista do Chega à Câmara de Matosinhos salientou que o concelho tem “problemas gravíssimos” na recolha de lixo, defendendo o cancelamento do contrato com a empresa responsável.

O cabeça-de-lista do Chega à Câmara de Matosinhos disse esta quarta-feira que o concelho tem “problemas gravíssimos” na recolha de lixo, defendendo o cancelamento do contrato com a empresa responsável e a abertura de um novo concurso público.

“A solução é só uma neste momento, ou seja, cancelar o contrato por incumprimento contratual, porque estamos a ter problemas ambientais gravíssimos”, afirmou Israel Pontes à Lusa, numa ação de campanha em Lavra, Matosinhos.

 

O atual contrato com a empresa de recolha de resíduos sólidos é, para o candidato às autárquicas de domingo, “altamente prejudicial” para Matosinhos porque “só se vê lixo por todo o lado”, disse.

Israel Pontes referiu que é “urgente” resolver este problema que está já a “extrapolar o normal”, nomeadamente numa altura em que está quente e os cheiros do lixo tornam-se mais intensos.

“Ainda esta semana estive no Largo do Padrão da Légua para ver uma zona próxima do lixo que tem milhares de ratos, eu estive lá cinco minutos e só vi ratos a entrar, a sair e a comer dos contentores”, exemplificou.

Para o candidato do Chega à presidência da câmara, atualmente liderada pela socialista Luísa Salgueiro, não é possível o concelho continuar a viver assim, dado tratar-se já de um “problema de saúde pública”.

 

Neste momento, a empresa de recolha de lixo não tem capacidade, não tem meios e não tem equipamentos para cumprir com o que se comprometeu, entendeu.

Portanto, acrescentou, essa empresa não pode operar em Matosinhos.

Segundo Israel Pontes, o executivo municipal “há muito tempo que devia ter chamado a empresa à responsabilidade” e exigir-lhe que reajustasse as suas condições ou então, caso não o fizesse, cancelar o contrato por incumprimento contratual e abrir um novo concurso público.

 

Enquanto conversava com a Lusa, Israel Pontes ia distribuindo panfletos e mostrando alguns dos cartazes do partido vandalizados, lamentando o sucedido.

Neste momento, o cabeça de lista do Chega assumiu que este problema de recolha de lixo é um problema de saúde pública, referindo que a acumulação de lixo e cheiro é “inaceitável”.

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