Matosinhos: António Parada fecha campanha com caravana a partir das 18h00

foto de arquivo

O Movimento António Parada SIM encerra esta sexta-feira, 24 de setembro, a partir das 18h00, a campanha às eleições autárquicas com uma ação em caravana pelo centro de todas as freguesias do concelho de Matosinhos.

Esta grande ação de campanha irá terminar o seu percurso por volta das 20h30, na sede do Movimento, que se encontra localizada na Rua Brito Capelo, em Matosinhos, no edifício da Antiga Câmara. No final da ação o candidato irá proferir uma declaração final a todos os presentes.

 

Recordamos uma entrevista recentemente concedida por António Parada ao Primeira Mão em que o candidato se afirmava vocacionado para dar respostas às carências sociais.

Quanto a propostas para o futuro mandato, António Parada começou por apontar as carências sociais, referindo que “Matosinhos não precisa de máscaras pelo correio, precisa de um Plano de Emergência Social”. O candidato destaca especialmente novos casos de “pobreza omissa”, até na “classe média”, que vivia relativamente bem e agora está a precisar de ajuda, mas “tem vergonha” de o dizer. Parada diz que primeiro pretende fazer um estudo das reais necessidades da população e só depois partir para um plano de atuação. Defende um Fundo Municipal de apoio direto às famílias.

Por outro lado, como o Plano de Reestruturação e Resiliência não tem um enquadramento direto nas famílias, terá que ser estudado o apoio às empresas, onde há cabimento no PRR. São elegíveis projetos de micro, pequenas e médias empresas. “Logicamente, as maiores empresas são privilegiadas porque podem custear a realização de um projeto de candidatura”, algo que se torna inacessível para micro e empresas familiares.

Assim, se for eleito, “espero ainda ir a tempo de formar um grupo de trabalho de apoio a essas empresas para realização de projetos de candidatura” ao PRR. “Temos que ser proativos e por isso é que sou candidato”, declara António Parada, que adianta ter a seu lado pessoas que se candidatam às freguesias sem interesses a não ser fazer cidadania, já que são “pessoas que têm os seus empregos e não dependem da política”.

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