Portugueses vão escolher destino de férias de 2022 a pensar na segurança

foto cm-matosinhos.pt

As conclusões do estudo, conduzido por Catarina Gouveia e Cláudia Seabra, investigadoras do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT), classificaram a segurança como “um fator fundamental a considerar na recuperação da indústria turística”.

As autoras adiantaram que a pandemia de covid-19 teve um efeito muito significativo na perceção de segurança para a prática das várias atividades turísticas.

“Em termos globais, os turistas indicam uma perceção de risco mais elevada para a prática de todas as atividades turísticas e de lazer, destacando-se as praticadas em espaços fechados ou de dimensão reduzida, ou seja, com maior aglomeração de pessoas, principalmente os parques de diversões ou temáticos, concertos e espetáculos, eventos desportivos, centros urbanos/históricos, compras em centros e ruas comerciais, casinos e casas de jogo, discotecas e locais de entretenimento noturno”, afirmou Cláudia Seabra, citada em nota de imprensa.

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