Jorge Moreira recandidata-se em lista única à presidência do Leixões

Foto Facebook Jorge Moreira

Jorge Moreira recandidata-se à presidência do Leixões nas eleições marcadas para este sábado, e um dos pontos fortes do seu programa é a “ambição”, que não se esgota na arte desportiva.

Professor de Geografia de “baixa médica devido a um problema oncológico” que o atingiu em 2021 e que está a evoluir de forma positiva, segundo o próprio afirmou, e líder da claque leixonense “durante 15 anos e até 2018”, Jorge Moreira é o único candidato nestas eleições.

“Defendo que devia haver mais listas, porque seria sinal de vitalidade do clube. Por outro lado, [o facto de liderar a lista única concorrente], se calhar, é o reconhecimento de que estamos a fazer um bom trabalho”, considerou, acrescentando que a sua a equipa tem procurado “agregar e envolver”.

 

De acordo com Jorge Moreira, “a grande vitória” deste mandato “foi a mudança de paradigma”, já que “o eu deu lugar ao nós”, sendo que a sua direção “procurou sempre somar e multiplicar e nunca dividir” e com isso, admitiu, talvez tenha inibido o aparecimento de outra candidatura.

Com 11 modalidades, o Leixões movimenta 1.600 atletas e, destes, 612 são de futebol.

 

O presidente da direção do Leixões recandidata-se com uma agenda de “continuidade”, insistindo que “é muito importante reforçar a proximidade do clube com as forças vivas de Matosinhos”, que no passado era mais estreita.

“O lema da nossa campanha é ‘Orgulho nas Origens’”, destacou, considerando que o Leixões “afastou-se da comunidade nos últimos anos e era uma espécie de uma ilha”, algo que o candidato pretende inverter enquanto presidente do clube.

Jorge Moreira sublinhou que a sua direção “investiu em projetos sociais” e ambiciona reforçar e diversificar esta valência junto da comunidade local e dos “3.500 sócios” leixonenses, porque o clube quer ser “um porto de abrigo”.

O Leixões Sport Clube detém “40 por cento” do capital social da SAD, que gere o futebol profissional, e mantém com esta uma “relação cordata” e é proprietário do Estádio do Mar. A SAD paga ao clube uma renda pela utilização do estádio, em redor do qual decorrem atualmente obras que vão revolucionar a paisagem viária local.

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