Sindicato acusa chefia de violar os serviços mínimos dos guardas da prisão de Custóias

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Sindicato diz que serviços mínimos dos guardas da prisão de Custóias foram violados pela chefia.

O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional acusa a chefia da prisão de Custóias, em Matosinhos, de violar constantemente os serviços mínimos à greve dos guardas prisionais, com a validação da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).
Por seu lado, a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) explicou que “não acompanha os argumentos do sindicato, tendo, não obstante, remetido a exposição do Sindicato para avaliação do Gabinete Jurídico”.

A “falta de segurança do Estabelecimento Prisional [EP] do Porto”, as constantes agressões quer verbais, quer físicas ao Corpo da Guarda Prisional” e a preocupação com a nova diretora clínica são as principais reivindicações da greve dos guardas prisionais que começou em 31 de agosto e se prolonga até 30 de setembro, referiu o presidente do sindicato, Frederico Morais.

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