O presidente da Sociedade Portuguesa de Emergência Pré-Hospitalar (SPEPH) lançou o alerta: o encerramento do heliporto do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, terá impactos. Carlos Silva, citado pela Lusa, lamenta que “existam várias estruturas sem condições para receber helicópteros”.
O heliporto do Hospital Pedro Hispano, da ULSM, teve de ser encerrado porque os canais de descolagem, levantamento e aterragem existentes possuem obstáculos que colocam em risco a operação.
Num documento divulgado pela agência Lusa, assinado pela diretora do serviço de gestão de risco da ULSM, é explicado que esta decisão decorre de visitas e reuniões técnicas nas quais participaram a ULSM e a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), tendo ficado concluído que “a localização do heliporto, atualmente não é a melhor, dada a sua envolvente”.
“Os canais de aproximação [descolagem/levantamento e aterragem] existentes, com as regras atuais, possuem vários obstáculos, o que coloca em risco a segurança da operação. Não há possibilidade de se alterar o sentido/orientação dos canais de aproximação”, pode ler-se no documento, onde é sugerido que “o heliporto atual, que é de superfície, passasse a heliporto elevado, com uma altura aproximada de 10 metros”.
A ULSM possui um heliporto localizado no Hospital Pedro Hispano (HPH), que é utilizado, essencialmente, para receber helitransportes com doentes para os hospitais das ULS São João e ULS Santo António, ambos no Porto.
