Maia recicla mais de 50% dos resíduos nos primeiros sete meses do ano

Foto Maiambiente

 

 

O município da Maia continua a superar todas as metas e recicla mais de 50% dos resíduos nos primeiros sete meses do ano.

Em 2022, os maiatos continuam a colocar o município na linha da frente no combate ao desperdício, aderindo cada vez mais à promoção da economia circular, com o indicador Preparação para Reutilização e Reciclagem (PRR) a cifrar-se nos 51%, que volta a crescer em relação ao ano anterior (48%), crescendo assim mais 3% face ao período homólogo.

Em linha com o crescimento sustentado dos últimos anos, também o indicador de reciclagem per capita aumentou, ascendendo aos 80 kg/hab.ano, números bem acima da meta (69 kg/hab.ano), facto que demonstra bem as preocupações dos munícipes da Maia com a sustentabilidade ambiental. Preocupações que, tal como revelam estes indicadores, são cada vez mais expressivas.

No que alude a outros indicadores relevantes, destaque para a quebra significativa na quantidade de resíduos indiferenciados recolhidos, menos 1,7 mil toneladas, correspondendo a uma diminuição de 7% face ao período homólogo. “Valores que demonstram que esta é, cada vez mais, a última opção dos munícipes que, mais conscientes das suas responsabilidades e da importância dos seus hábitos e comportamentos quotidianos, valorizam os resíduos que produzem, através da sua correta separação e adequado encaminhamento”, explica a nota informativa da Maiambiente.

Esta quebra nos indiferenciados não pode ser dissociada dos avanços da Maiambiente na recolha seletiva de biorresíduos (resíduos verdes e resíduos alimentares), área que tem vindo gradualmente a ser alargada e que, nos primeiros sete meses do ano, cresceu 60%, com destaque para a recolha de resíduos alimentares em edifícios multifamiliares, constata a empresa municipal.

Em declaração proferida a este respeito, o presidente da Câmara Municipal da Maia, Silva Tiago, fez notar que todos estes números traduzem “não só o compromisso da Maiambiente com as melhores práticas, como uma resposta positiva dos maiatos que, são hoje, ambientalmente ainda mais responsáveis, permitindo evitar a emissão de milhares de toneladas de CO2 equivalente para a atmosfera através dos resíduos recolhidos seletivamente. Todos estes indicadores revelam, sem dúvida, que estamos a caminho, no rumo certo, da sustentabilidade ambiental, que é um pilar essencial no desígnio coletivo que queremos alcançar, da sustentabilidade integral do território e da comunidade”.

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