Empresa do TecMaia vai ao certame de Hanôver com falta de engenheiros

Foto Arquivo PM

 

Entre 30 de maio e 2 de junho vai voltar a marcar presença na Hannover Messe, a maior feira industrial do mundo, em que participa desde 2013 e onde vai ter a companhia de outros 6.500 expositores. A empresa com sede na Maia, Critical Manufacturing, vai marcar presença no certame.

Francisco Almada Lobo trabalhava na mega fábrica de componentes eletrónicos da Qimonda em Vila do Conde quando a multinacional entrou em processo de insolvência. Em conjunto com outros antigos quadros da empresa alemã e com o financiamento recolhido junto da Critical Software, grupo de Coimbra fundado por Gonçalo Quadros e João Carreira, fundaram em 2009 a Critical Manufacturing.

Instalada no Tecmaia – Parque de Ciência e Tecnologia da Maia, a fabricante de produtos de software de gestão da produção, automação e analítica para várias indústrias de base tecnológica, que emprega atualmente mais de 300 pessoas, é detida desde 2018 pela gigante de Singapura ASM, cotada na Bolsa de Hong Kong e líder mundial em equipamentos para semicondutores.

A atravessar uma fase de “hipercrescimento” em que viu a faturação disparar num ano de 20 para mais de 33 milhões de euros em 2021, – impulsionada pelo aumento exponencial da procura por parte dos produtores de chips e de dispositivos médicos na Europa, América e Ásia, que são os maiores clientes –, a Critical Manufacturing está de malas feitas para a Alemanha.

Ao todo, a comitiva portuguesa será composta por 109 empresas industriais. 20 são do distrito do Porto, 20 de Braga, uma da Guarda e uma de Bragança.

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