Centro de investigação de Vila do Conde com apoio europeu de 120 milhões para projeto ambiental

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Vairão - polo

O Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO), em Vairão, Vila do Conde, viu aprovada uma candidatura europeia a um projeto ambiental que contempla uma bolsa a 10 anos de 120 milhões de euros.

 

A notícia foi dada pela presidente de Câmara, Elisa Ferraz, na cerimónia de entrega das medalhas de mérito no dia de S. João, quando a autarquia condecorava o biólogo e diretor do Centro, Nuno Ferrand.

Elisa Ferraz explicou que no CIBIO se desenvolve um trabalho “absolutamente extraordinário” a nível da investigação ambiental de profissionais de todo o mundo e acrescentou que com esta bolsa de 120 milhões de euros empregues em Vila do Conde para grandes projetos ligados ao ambiente, se ajuda a construir um futuro mais sustentável.

 

Nuno Ferrand, natural de Lisboa e residente em Vila do Conde há 25 anos, acrescentou que este projeto da Biopólis que ganhou a bolsa é o “maior programa de ciência jamais trazido para o país”.

É um projeto “único” a desenvolver na próxima década e que “combina pela primeira vez todos os setores da sociedade em que nos organizamos”, ou seja, irão estar reunidos em Vairão os cientistas, o estado [ministério do ambiente, ciência e agricultura] o setor empresarial e a sociedade civil [fundações, museus, organizações não governamentais, etc], explicou o biólogo.

Nuno Ferrand concretizou que através do Biopólis “iremos olhar com especial relevância para Vila do Conde e teremos uma equipa mista com a Câmara Municipal, que estamos já a construir. Vamos olhar para a paisagem, para o território e para o património de maneira diferente do que tem sido feito. Fica o compromisso de que vamos fazer deste um dos maiores centros de investigação do mundo”.

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