Autárquicas 2021: Paulo Rocha em 4º lugar na lista à Câmara da Maia e dá explicação em comunicado

Paulo Rocha (Foto de arquivo)
Depois da surpresa da integração de Paulo Rocha em 4º lugar na lista candidata à Câmara Municipal da Maia, encabeçada por Francisco Vieira de Carvalho, apenas com o símbolo do PS, o do líder da Concelhia do PS Maia justifica em comunicado este seu aparecimento na lista como fazendo parte de uma estratégia de “construção de um projeto alargado, participado e de alternativa”.
Como é conhecido, Paulo Rocha ficou “indignado” com o “puxar de tapete” que a estrutura nacional do partido submeteu a Concelhia maiata do PS, ao rejeitar a candidata escolhida pelos militantes, Teresa Almadanim, e apresentando a escolha de Francisco Vieira de Carvalho.
Entretanto, a concelhia do PS Maia afastou-se do processo de candidatura enquanto ainda as intenções eram de concorrer em coligação com o JPP. Mas o Tribunal Constitucional rejeitou, por erros formais, a coligação PS/JPP “Um Novo Futuro”. A candidatura foi reformulada e apresentada em tribunal apenas com o símbolo do PS, mas continua a ser Francisco V. Carvalho o cabeça de lista.
Hoje, Paulo Rocha emite um comunicado sobre a apresentação das listas candidatas do Partido Socialista aos órgãos autárquicos do Município da Maia, explicando, em primeiro lugar, que o PS «concorre em listas próprias aos órgãos autárquicos do concelho» e que decidiu integrar a lista à Câmara «num esforço de construção de um projeto alargado, participado e de alternativa ao poder instalado, contam com a integração maioritária de militantes do Partido Socialista».
Explica ainda que «foram integrados nas listas do Partido Socialista vários cidadãos independentes e com ligações a outros partidos políticos que apoiam a necessidade de mudança para o concelho», embora sem especificar que elementos e que partidos.
Termina referindo que as listas candidatas apresentadas à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia «dão garantia da construção de um projeto futuro e de alternativa ao poder atual, que ofereça à Maia um novo futuro» com a perspetiva de «construção de um concelho equilibrado e sustentável.»
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