António Costa fala em situação tranquila e defende avanço com cautela

António Costa fala em situação tranquila e defende avanço com cautela
Imagem DR

O primeiro-ministro considerou hoje que o país se encontra numa situação “tranquila” no que respeita à contenção de casos graves da covid-19 e que há condições para avançar “com cautela” no levantamento de algumas restrições.
Esta análise foi feita por António Costa no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, no final da reunião do Conselho de Ministros que procedeu à avaliação do impacto da pandemia em Portugal.

“Não estamos numa situação de pressão sobre os internamentos, quer em cuidados gerais, quer em cuidados intensivos. Temos neste momento no nosso sistema hospitalar cerca de 16 mil pessoas internadas e menos de 10% são doentes covid-19”, afirmou o líder do executivo no final da conferência de imprensa.

Segundo o primeiro-ministro, em termos de condições sanitárias, o país atravessa “neste momento, felizmente, uma situação tranquila”.

“Caso a situação se alterar essa situação, teremos sempre em conta os diferentes indicadores, que tem a ver com a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde”, ressalvou, já depois de ter defendido que, face aos indicadores disponíveis, “há condições para se avançar com cautela” no levantamento de restrições.

“O Governo entende que todas as pessoas que tenham a dose de reforço há mais de 14 dias deixarão de ter de fazer teste” para ter acesso a diversos locais ou atividades, anunciou António Costa no final do Conselho de Ministros.

Segundo o primeiro-ministro, trata-se de “um incentivo” às pessoas que estão em condições de ter acesso à dose de reforço.

Os estabelecimentos comerciais podem avançar com saldos e promoções a partir do dia 10, mas mantém a restrição de um cliente por cada cinco metros quadrados, anunciou hoje o primeiro-ministro.

Nos estabelecimentos comerciais vão acabar as proteções de saldos e promoções, mas vai manter-se uma limitação de uma pessoa por cada cinco metros quadrados, que era uma limitação que já existia no passado”, anunciou o primeiro-ministro no final do Conselho de Ministros.

As aulas começam no dia 10, segunda feira e um caso positivo em sala de aula não obriga a confinamento.

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