Supremo negou reduzir pena a “verdadeiro predador sexual” das Caxinas

PJ deteve homem procurado pelo Tribunal de Vila do Conde
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Um pescador de 32 anos, natural da Póvoa de Varzim e residente nas Caxinas, em Vila do Conde, vai continuar sujeito a uma pena de 12 anos de prisão por crimes de chantagem sexual, extorsão e abuso. Depois de ter recorrido para o Supremo Tribunal de Justiça, este negou a redução da pena, apontando-o como um “verdadeiro predador sexual”.

Os juízes consideram “correta, justa e proporcional” a pena de 12 anos, apontando ao condenado “uma personalidade com clara tendência para a prática de crimes sexuais”.

Estamos perante um verdadeiro predador sexual”, escreveram os juízes.

Segundo o Jornal de Notícias, entre 2019 e 2022, o arguido fez-se passar por jogador de futebol e empresário, para contactar menores e jovens mulheres nas redes sociais. Ameaçava divulgar imagens íntimas das vítimas, forçando-as a manter relações sexuais ou a entregar dinheiro, em troca de manter o sigilo sobre as imagens.

O acusado abusou de pelo menos 13 vítimas, com idades entre 13 e 24 anos, de diversas localidades em Portugal.

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