PS acusa maioria na Assembleia da Maia de governar “longe das pessoas”

Assembleia Municipal (foto da tomada de posse em 2017 de arquivo)

O Grupo Municipal do Partido Socialista na Assembleia Municipal da Maia criticou a maioria com assento naquele órgão por ter rejeitado “propostas que procuravam tornar a política municipal mais justa, mais transparente e mais próxima da realidade vivida pelas famílias e pela classe média do concelho.”

Em causa estiveram propostas do PS, embora no comunicado o Grupo Municipal não especifique quais, referindo que eram medidas que “defendiam maior equilíbrio fiscal e um acompanhamento mais claro das decisões orçamentais, num contexto em que muitas pessoas sentem o peso do custo de vida, dos impostos e da dificuldade em acompanhar o ritmo das decisões políticas.”

Para o PS, a maioria optou por uma “abordagem excessivamente técnica e distante”, embora “pouco sensível ao impacto real das suas opções na vida quotidiana de quem trabalha, paga impostos e sustenta o concelho.”

“Uma política pode estar certa do ponto de vista contabilístico e, ainda assim, falhar no essencial: responder às pessoas”, sublinha o Grupo Municipal do Partido Socialista.

Os socialistas alertam para a situação da classe média, que muitas vezes não beneficia de apoios sociais, mas sente cada vez mais dificuldades, e defendem que a “governação municipal não pode ignorar quem cumpre, contribui e mantém a economia local a funcionar.”

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