No pico da pandemia ficaram por diagnosticar cerca de 900 cancros por mês

No Fórum da Maia abriu a exposição "Omnisciência: estratégias de fractura e fuga". Até ao próximo dia 8 de novembro é possível visitar gratuitamente a exposição. Patente na Galeria D. Manuel I, a mostra contempla obras que exploram estética e conceitualmente tanto formas de vigilância tecnológica como estratégias de fuga e de rutura.

Sabe-se já que é gigantesco o impacto da pandemia no diagnóstico e tratamento de cancros. Os dados foram recolhidos por uma organização europeia e mostram que haverá um milhão de casos oncológicos que estão a ser ignorados em toda a Europa.
Por isso, lançou a campanha Tempo de Agir.

Vítor Rodrigues, presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, referiu à RTP que eram feitas cerca de 350 mil mamografias por ano e estivemos parados 3 meses, por isso, estamos a falar, grosso modo, de cerca de 100 mil cancros da mama por detetar”. De acordo com este responsável, a parte do colorretal e colo do útero “está pior”.

E a situação não é melhor a nível da Europa, como assegurou também à reportagem da RTP, o responsável pela European Cancer Organization. No caso da Europa, mais de um milhão de cancros ficaram por diagnosticar.

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