Alunos maiatos da EB1 da Giesta premiados nas ‘Olimpíadas da Cidadania e do Património’

Foto Patrícia Stanton

A turma do 4ºE da EB1 da Giesta, em Pedrouços, foi a vencedora das Olimpíadas da Cidadania e do Património. Uma iniciativa da Câmara Municipal da Maia, que nasceu no âmbito do projeto INEDIT.MAIA e que se centra no combate ao insucesso escolar.

A entrega dos prémios aos alunos e ao professor da turma foi realizada pela vereadora da Educação, Emília Santos, esta manhã, e contou com muitos sorrisos.

“Hoje é um dia muito especial”, iniciou a vereadora. “Nestes projetos há uma forma diferente de aprendizagem e oferecemos um conjunto de ferramentas aos professores, para que eles possam ensinar de uma forma mais divertida e mais aliciante, fazendo com que os alunos gostem de aprender. Neste caso, ao longo de 3 meses, os alunos tiveram de trabalhar questões ligadas ao concelho da Maia e também, algumas ao nível do país, ligadas à cidadania, à proteção ambiental e animal”.

A vereadora da Educação teve a oportunidade de acompanhar o concurso com os alunos do 4ºE da EB1 da Giesta, e segundo a autarca, “esta turma esteve ali até ao fim, com a turma da EB1 da Guarda”, triunfando na “última pergunta que acabou por desempatar”.

E para os mais curiosos, uma das perguntas era exatamente: “O que é a torre do Lidador e qual o seu tamanho?”

Com estas iniciativas, os alunos, já desde bem “pequeninos e de uma forma solidária, cívica e colaborativa, vão aprendendo estas matérias interessantes”. Já por isso, no decorrer da pandemia, a Câmara da Maia continuou a levar estas iniciativas para as escolas. “Muitos dos nossos projetos continuaram a decorrer, inclusivamente no âmbito das atividades de enriquecimento curricular e este foi um, que também decorreu com o apoio da atividade de enriquecimento curricular ‘Cria +’, sempre no modelo de ensino à distância”, explicou a vereadora ao Primeira Mão.

O confinamento deu a oportunidade às famílias de integrarem algumas das aulas das crianças, “nomeadamente as aulas de relaxamento e de Ioga”. “Foi uma forma muito engraçada de envolver a família e acabou por resultar muito bem. As escolas estão de parabéns pela forma como reinventaram a educação e o ensino. As famílias também, porque tiveram imensos problemas, com um adicional, que foi o teletrabalho acabando por ultrapassar muitas dessas dificuldades”.

Os profissionais de educação são uns heróis”

A vereadora também aproveitou para prestar gratidão aos profissionais de educação. “Todos os profissionais de educação são uns heróis e têm todo um histórico de adaptação muito grande e que merece o nosso reconhecimento. Muito brevemente, iremos fazer esse reconhecimento a estes profissionais”, frisa.

Por respeito às normas da comunidade escolar, que na sua maioria, “optou por evitar que pessoas externas à comunidade entrassem”, a vereadora da Educação “já não visitava uma escola há muito tempo”. Começou a revisitá-las há cerca de 15 dias e, segundo Emília Santos, “é uma emoção voltar a entrar nas escolas. O contacto, quer com os professores, quer com os alunos, particularmente, traz-me muita alegria interior. E qualquer coisa, por muito pequenina que seja, tem um significado muito grande, a saudade. O significado da saudade é algo que não tem expressão, só se sente. Há uma grande saudade de entrar nas escolas e os alunos sentem o mesmo. Foi bom” este regresso, conclui.

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