Os quatro arguidos detidos na operação “Lúmen”, que investiga alegados crimes económicos em contratos para a instalação de luzes de Natal, foram libertados no domingo, ficando a conhecer esta terça-feira as medidas de coação.
O Ministério Público [MP] promoveu medidas de coação não privativas da liberdade. Nesse sentido, o juiz de instrução criminal entendeu libertá-los. Regressam esta terça-feira ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto para conhecerem as medidas de coação.
O MP promoveu, no caso do secretário-geral da Câmara de Lisboa, Alberto Guimarães, um dos arguidos neste processo, a suspensão de funções, assim como a proibição de se deslocar às instalações da autarquia, ou de contactar com os trabalhadores do município e restantes arguidos no processo.
