Maia suplanta mais um patamar na reciclagem: 100 kg/habitante por ano

Marta Peneda_Foto DR

Maia atinge, pelo segundo ano consecutivo, os 100 kg por habitante e por ano de recolha de resíduos recicláveis.

A Maia alcançou, em janeiro, 100 kg (por habitante e por ano) de resíduos de embalagens/plástico, papel/cartão, vidro e metais recolhidos seletivamente. É a segunda vez que a Maia atinge este indicador, a primeira foi precisamente no mesmo mês do ano passado.

“m Portugal, a Maia é o primeiro município a conseguir este resultado, posicionando-a ao nível das melhores cidades da Europa. Estes dados demonstram a virtude do modelo de recolha seletiva porta-a-porta, implementado na Maia, e comprovam ser esta metodologia que melhor permitirá alcançar as metas nacionais, até 2030”, constata a Maiambiente em nota informativa, explicando: “Todos aqueles recursos são enviados para reciclagem, regressando à cadeia produtiva enquanto matéria-prima para fabricar novos produtos, num verdadeiro exemplo de economia circular.”

A estratégia na gestão de resíduos urbanos, ao longo dos anos, tem contribuído, de forma determinante, para o percurso do município da Maia rumo à sustentabilidade integral, sublinha ainda a empresa municipal.

 

A Maiambiente agradece a todos os envolvidos neste processo, nomeadamente, maiatos, colaboradores da empresa e parceiros. A campanha “Conseguimos! Parabéns e Obrigado” é agora revisitada nos canais da empresa, como reforço à mensagem veiculada.

A presidente do conselho de administração da Maiambiente, Marta Peneda, afirma que: “este é mais um facto que nos deixa orgulhosos no trabalho que a Maiambiente tem desenvolvido, ao longo dos anos, na gestão dos resíduos urbanos, mas também na adesão sempre crescente da população maiata aos nossos projetos. Só com o contributo de todos – famílias, empresas e colaboradores – é possível colocar o município da Maia no topo das cidades portugueses mais sustentáveis e afirmá-lo como a referência nos indicadores de resultado e no cumprimento das metas do Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2030).”

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